segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Comer sopas

Imagem original: commons.wikimedia

Portugal é dos países da Europa com maior consumo de sopas. Entre muitas sopas famosas, encontra-se a “sopa da pedra”. Esta sopa traz muitas pessoas a Almeirim no Distrito de Santarém.
A sopa da pedra é muito calórica e muito rica em nutrientes sendo uma boa opção para aquecer o corpo no inverno.
As sopas quentes e cheias de nutrientes contribuem para a manutenção da saúde. “Além de aquecer, as sopas são de fácil digestão e hidratam o corpo.
No inverno a tendência é sentir menos sede e o consumo de água diminui, sendo assim a ingestão de sopa oferece ao organismo vitaminas, fibras e minerais”. As sopas são ricas em fibras e água, o prato estimula a saciedade e favorece o funcionamento intestinal, portanto as sopas são alimentos saudáveis e funcionais.
Para quem gosta de sopas pesadas, recomendamos a “sopa da pedra” em Santarém Portugal e no Brasil a Sopa de Entulho.
Para quem quiser manter a linha é melhor evitar estas sopas, principalmente à noite.


sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Enganadas

Imagem original: celestedias

Clínicas de emagrecimento
As mulheres não falam muito neste tipo de assuntos, mas elas muitas das vezes são enganadas nas clínicas.
Tirando aquele visual fino e caro da produção da imagem de uma clínica de emagrecimento, os efeitos produzidos e conseguidos pela mesma clínica no seu paciente, são semelhantes a de uma academia comum de massagem e ginástica. Porém estas são bem mais baratas e muitas das vezes com melhor resultados.
O resultado mais saudável e com um efeito notório é sem dúvida a de ingestão de líquidos e um maior controlo daquilo que se come.
Chegando mais um verão, os rituais de emagrecimento começam e é ai que as clínicas entram, pois elas vendem uma grande imagem e a promessa do sonho que as mulheres desejam.
Como o ditado popular menciona, “os olhos também comem”.
As clínicas muitas das vezes prometem mas não cumprem e utilizam formas de publicidade enganosa.
Conheci uma clínica no Distrito de Santarém, que disse aos funcionários de uma CÂMARA MUNICIPAL, que as despesas eram comparticipadas quase na totalidade pelo “CAES” e alguns desses funcionários públicos contraíram crédito numa agência financeira que trabalhava em parceria com a mesma.
Estas pessoas comprometeram-se num período de 3 meses dentro das horas indicadas, começarem o tratamento. Para isso endividaram-se em cerca de 1500.00 euros no qual pagaram a entidade financiadora por um período de 1 ano mais juros.
Além dessa despesa, estes funcionários consumiram produtos para emagrecer que foram pagos à parte.
Estes produtos, basicamente chás, com duas únicas diferenças do supermercado comum. Tinham o logótipo da empresa e custavam cerca de 7.50 euros cada embalagem. No supermercado, em outra embalagem, o mesmo chá custava cerca de um euro e vinte e cinco cêntimos.
Observei que os resultados conseguidos pelas funcionárias municipais, foram da ingestão diária de litros de chás e de uma máquina que trepida e que leva uma cinta que ajuda no aquecimento do corpo.
Passado a primeira semana, as funcionárias públicas pediram a dita factura para entregar ao CAES, pois assim tinha ficado acordado e elas deixaram bem claro que estavam se associando a famosa clínica porquê este serviço seria comparticipado.
A partir daí elas começaram a pedir a factura todos os dias e mais o documento médico para justificar e serem reembolsadas pelo CAES.
A resposta da recepcionista era sempre a mesma. A médica não está, ainda não chegou, está de férias, disse que para a semana passava o documento e etc.
Acabou-se os 3 meses e as mulheres, agora com menos 2 kg, continuaram a pedir a sua factura e o documento médico.
Finalmente conseguiram, quase 3 meses e meio se passaram e elas contentes da vida, finalmente entregaram os documentos para o reembolso.
Passado quase 2 semanas, uma funcionária do departamento pessoal aparece com os ditos papéis para informar que aquilo não era comparticipado e era um produto de luxo.
Tive pena dessas senhoras que foram enganadas, assim como elas talvez centenas pelo país.
Quanto a clínica: Fechou as portas e abriu com um novo nome e com as mesmas pessoas e funcionárias.
E assim estas pessoas vão tendo grandes vidas em pró da desgraça dos trabalhadores que suam por um dinheiro ganho honestamente.
Alguns doutores deviam terem vergonha de viverem as custas de mulheres enganadas. Mulheres estas que contribuem mais para o estado do que eles e que ainda não são reconhecidas devidamente pela sociedade da mesma forma que eles são.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Contra-indicações e Preparação

Imagem original de: Vitálita

Pau d'arco ou Ipê-Roxo
Contra-indicações e Preparação
Apesar de bem tolerado nas doses recomendadas, e dos casos de toxicidade estarem mais associados à utilização isolada de compostos desta planta, ela não deve ser utilizada durante a gravidez.
Doentes a tomar anticoagulantes também não devem consumir pau d'arco sem consultar o médico.
Os tratamentos por via oral devem ser curtos. Em todos os casos, não se esqueça que nenhuma informação ou literatura dispensa o conselho do seu médico.
A ingestão deste chá, convém fazer um descanso, por exemplo:
Toma durante uma semana, descansa 15 dias.

Pau d'arco na Europa Ipê-Roxo na América do Sul

Original de: OLHARES Ipê-roxo

Pau d'arco na Europa Ipê-Roxo na América do Sul.
Originária da floresta amazónica e de outras regiões tropicais, esta árvore é de grande beleza e chega a atingir os 30 metros de altura e o seu tronco pode medir na base cerca de dois a três metros de diâmetro.
É uma árvore com uma grande copa e nos meses de Julho a Setembro, perde as suas folhas para dar lugar às flores. É uma árvore comum no território Brasileiro, esta árvore pertence a família das Bignoniáceas.
No que diz respeito á medicina, sua casca e a flor são usadas como chás. A água da casca do Pau d'arco é utilizada também para lavar feridas causadas por doenças de pele causadas por micróbios e bactérias.
O género Tabebuia engloba cerca de 100 espécies e, apesar de muitas serem utilizadas medicinalmente, a espécie Tabebuia impetiginosa tem qualidade superior.
O pau d'arco é conhecido e utilizado há centenas de anos pelas tribos indígenas da Amazónia, para diferentes situações, como a malária, anemia, colites, problemas respiratórios, gripes, infecções fúngicas, febre, artrite e reumatismo, mordeduras de cobras, má circulação, sífilis e cancro.


Ver mais em: Pau d'arco e Ipê-roxo.

Ipê-roxo ou pau d'arco

Os benefícios do Ipê-roxo ou pau d'arco são infindáveis, não se sabe qual é o limite. Há cerca de mais ou menos 40 anos, vários médicos brasileiros testaram em vários pacientes de diferentes enfermidades, o Ipê-roxo em forma de chá e as melhoras foram ráoidas e surpreendentes, outros pacientes foram tratados pela medicina convencional e o resultado foi demorado e com pouco desempenho na recuperação imediata da saúde.
Na América do Sul, a medicina tradicional classifica-o como um bom adstringente, anti-inflamatório, anti-bacteriano, anti-fúngico e laxativo; é usado para tratar úlceras, sífilis, infecções urinárias, psoríase, problemas gastrointestinais, candidíases, cancro, diabetes e alergias. Na América do Norte e Europa, é utilizado como analgésico, antioxidante, anti-parasitário, anti-microbiano, anti-fúngico, anti-viral, anti-bacteriano, anti-inflamatório e anti-cancerígeno.

Pau d'arco em Portugal

Em Portugal, o pau d'arco ou Ipê-roxo é consumido em chás, comprimidos, extractos e é tido como um protector contra o cancro e para o bem-estar físico.
Em Portugal, o pau d'arco têm sido usado por diversas testemunhas de Jeová, para repor o sangue, uma vez que a religião proíbe as transfusões.
Também têm havido bons resultados na ajuda de tratamentos de Cancro, mas os médicos pedem para quem fizer, que faça com intervalos.
Devemos lembrar que os índios da América do Sul já usavam o Ipê-roxo.
Era utilizado contra as estomatites, úlceras de garganta e anemia. Anti-inflamatório, anti-cancerígeno, eczema.

Ver:
Contra-indicações e Preparação

terça-feira, 13 de abril de 2010

Chás e chá preto

CHÁS E INFUSÕES

Dizem que o chá mais antigo é o chá preto. Este chá foi descoberto na China há quase 5.000 anos e foi trazido para a Europa pelos Portugueses e desenvolvido comercialmente e industrialmente pelos Ingleses.
Na China este chá recebe o nome de chá vermelho.
O chá preto é consumido por pessoas de todo o mundo: pelo seu sabor, pelas suas propriedades preventivas ou curativas, porque ajuda a relaxar ou porque estimula o corpo e a mente, muitas razões são invocadas ou simplesmente por ser uma bebida social entre outras situações.
É importante mencionarmos que o chá preto é dos chás mais comuns existentes e é comercializado em saquinhos e folhas.
A maior parte do chá preto consumido no ocidente provém da Índia.

Segundo as lendas chinesas, a descoberta do chá e das suas qualidades benéficas terá acontecido quando o imperador Shen Nung, por volta do ano 2737 ac, decidiu experimentar o resultado da queda acidental de uma folha de árvore em água a ferver: uma infusão refrescante e revitalizante.

A palavra chá em Português refere-se normalmente a infusões de folhas de várias plantas, como camomila ou cidreira, para além das próprias folhas da planta do chá. Temos inclusive o famoso “chá de limão”, obtido a partir da casca desse fruto (também conhecido em algumas regiões de Itália, onde dá pelo nome de “canarino”).

O chá preto é processado de duas formas, em CTC (Crush, Tear, Curl - Esmagamento, Rasgo, Enrolamento) ou em folhas inteiras.

O método CTC é usado para folhas de baixa qualidade que acabam muitas vezes em saquinhos de chá e são processados por máquinas. Este método é eficiente para produzir um produto a partir de folhas de qualidade média ou baixa.

O processamento manual é usado para chás de qualidade elevada. Este estilo de processamento ortodoxo resulta num chá de qualidade elevada procurado por muitos conhecedores e apreciadores de chá. O chá é deixado oxidar, depois enrolado e finalmente seco em bandejas quentes.

Existem vários tipos de chás pretos, mas entre os mais famosos estão os indianos Darjeeling, Assam e Ceilão, e o chinês Keemun.

O chá preto é o mais forte e o mais cafeinado de todos os chás que são produzidos a partir da planta Camellia sinensis (i.e. chá branco, chá verde, e chá oolong).
Imagem original: Império do chá


OS BENEFÍCIOS DO CHÁ
Vários estudos foram já realizados, e muitos outros são agora desenvolvidos, sobre os vários benefícios que cada tipo de “chá” pode trazer para a saúde. Há infusões de plantas que têm uma acção calmante, outras diuréticas, outras ainda digestivas. O chá contém flavonóides, que agem como antioxidantes – e vários estudos mostram que estes componentes podem ajudar a prevenir o aparecimento de várias doenças.

A investigação científica relativa aos eventuais benefícios do chá na saúde encontra-se ainda numa fase preliminar, pelo que é difícil saber exactamente quais os benefícios que poderão advir para a sua saúde dependendo da quantidade de chá que beber.

Recentes estudos mostraram uma associação entre o consumo de chá e uma redução do risco de doenças do coração. Por outro lado, algumas descobertas sugerem que a ingestão de chá tem um papel importante na prevenção de várias formas de cancro.

O chá contém cafeína, um estimulante activo e habitual causador de bem estar, embora a infusão de chá verde ou preto contenha menos cafeína do que o café. Note, no entanto, que se consumir elevadas doses de chá com cafeína por dia poderá ter sintomas como irritabilidade, insónia, palpitação cardíaca ou tonturas – como em tantos outros casos, é no meio que se encontra a virtude.

Os “radicais livres” são substâncias nocivas que se formam naturalmente no corpo e no meio ambiente, por acção do sol, poluição do ar, alimentos fritos ou grelhados no carvão. Os antioxidantes ajudam a proteger o corpo dos efeitos por eles causados.

O chá é o único alimento sem contra-indicações para pessoas saudáveis.

Parte deste trabalho, Pesquiza Wikipédia e in-loco